mar 29

Brasil é um tipo estranho de país para se colocar na categoria de “mercado emergente”. Não é particularmente novo como Índia ou Israel, e também não é um país como a China ou a Rússia que embarcaram o capitalismo recentemente. Brasil é tão velho quanto os EUA e tem investindo em infra-estrutura, como estradas e linhas telefônicas decentemente por um tempo.
Sim, é um país que vem crescendo com uma democracia jovem e estável que tem um longo caminho a sua frente em termos de tecnologia, modernização e construir uma ponte de qualidade de vida entre muito saudável e muito miserável. Nesse sentido, ele compartilha o suficiente em comum com mercados emergentes que a Wall Street, pelo menos, coloca no grupo “BRIC”. Realmente, a Wall Street teve um caminho de impacto maior no Brasil do que o Vale do Silício.

Isso parece ter tido dois efeitos diferentes no cenário inicial de São Paulo. O primeiro é que existe um novo acordo de inovação no espaço financeiro. Os bancos brasileiros tiveram que tornar-se avançados, muitas pessoas me disseram, que foi por causa da inflação que atormentou o país por muitos anos. Ao contrário de outros grandes mercados como México, China ou Índia que defasados na aprovação de contas correntes e outros serviços básicos, no Brasil você tem dinheiro no banco, porque o valor da moeda muda muito rápido.

A companhia de financiamento favorita que eu encontrei durante minha viagem ao Brasil em Fevereiro é chamada Crivo, e me deixou pensando se essa grande onda de inovação financial deve vir de nossos vizinhos do sul, não de nós.
Crivo desenvolveu um jeito de fazer ultra-rápido, em 3 segundos, consulta de crédito. Os servidores da Crivo puxam informação de uma variedade de fontes, incluindo todos lugares que você poderia esperar mas também de fontes como registros úteis para verificar o endereço de um pretendente ou assegurar que seu número telefônico não é apenas um telefone pago. “Até uma simples peça de informação pode ser útil na detecção de fraudes”, diz Daniel Turnini, um dos fundadores do Crivo.

Não há nada como uma contagem de FICO no Brasil, no passado, decisões de crédito eram feitas baseadas em dados positivos e dados negativos. Em outras palavras você é “bom” ou “mau” para os olhos do banco. Existem poucos registros de dados positivos no Brasil, porque os ricos não querem saber quanto eles pagam por uma casa ou um carro em registros públicos.”É uma questão de segurança”, diz Turnini. Isso apenas deixa dados negativos.
Então se não existe informação sobre você, é suposto que você seja crédito de risco bom. “Mas perca um pagamento e você terá seu nome sujo”, diz Turnini. É um sistema imperfeito. Muitas pessoas de crédito de risco bom já perderam um pagamento, e é uma grande hipótese fazer alguém sem histórico de crédito pudesse ser um bom mutuário. Em anos recentes existiram bancos, companhias de seguro e instituições similares visando lucrar no classe média emergente do Brasil e aumentando a riqueza das classes altas, mas não há realmente um jeito de saber como estender o crédito.

Parece muito tempo? Teria sido se a Crivo não tivesse começado em 1998. De volta, poucos bancos nos EUA, que poderiam ser primeiros adotantes de algo assim, deixam sozinhos os bancos no Brasil. Encontrar o primeiro cliente foi quase impossível.
Os fundadores continuaram acreditando que estavam no caminho certo por causa dos clientes potenciais que iriam enlouquecer quando vissem como o sistema era rápido, mas eles nunca venderam o produto. Sempre esperando que as coisas funcionassem nos próximos anos, os fundadores mantiveram a companhia. Finalmente aconteceu. O setor financeiro da Toyota Brasileira comprou o software e usou isso para rapidamente aprovar pessoas para empréstimos, batendo as outras montadoras que estavam boiando no crescimento do mercado. A companhia está com uma taxa de crescimento acelerado há cinco anos Eles fizeram aproximadamente $12 milhões em rendimentos no último ano, e espera dobrar em 2010, diz Turnini. A Crivo tem mais de 80 funcionários e 100 clientes hoje.

Há um efeito cascata claro se a Crivo vai bem. Mais pessoas com cartão de crédito ajudam no crescimento de gastos e do comércio eletrônico, menores negócios podem pegar empréstimos e mais pessoas que não podem se dar ao luxo de pagar em dinheiro podem comprar casas – para mencionar apenas algumas vantagens. Nós vimos o benefício do “mercado verde” quando vem com inovações na telecomunicação e até infra-estrutura física, como rodovias e trens. Poderia o Brasil ser capaz de surgir com alguma solução para finanças? É fácil de ver como a contagem de um FICO pode ser melhorada, também é muito fácil de fazer o argumento que desse jeito muito mais crédito foi estendido aos EUA nos últimos 10 anos. Mas enquanto nós temos um sistema no lugar, quem vai tomar a frente e forçar uma adoção generalizada de um sistema mais novo e inteligente? É a Coréia do Norte e a Telecom novamente.

E tem outro beneficio para um mercado emergente que desempenha acolhimento para os lotes de financiamento e multinacionais de consultoria. Enquanto países como Israel e Índia tiveram uma série de talentosos codificadores graças a fonte de informação dos EUA, sua própria luta de iniciação quando se trata de encontrar locais com vendas e experiência de gestão. Esses trabalhos são normalmente mantidos nos EUA ou feitos por americanos transplantados.

E assim como Intel, Cisco, Oracle e Google treinaram milhares de engenheiros em mercados emergentes, e as grandes consultoras financeiras e as empresas CPG estão treinando milhares de gerentes com potencial no Brasil.
Eu percebi também que para muitos empresários tecnológicos, a ideia de um país acumulando um exército de gerentes de nível médio soa como um apelo com o navio da ressurreição da Cylons. Mas a maioria local talentosa dos empresários, gerentes e até investidores que eu encontrei no Brasil trabalharam um ano ou dois em consultas e finanças.

Um exemplo é Diego Simon da VivaReal, um portal imobiliário Latino-Americano que tem cada vez mais focado no Brasil. Nenhum dos fundadores é brasileiro – ou mesmo vivem no Brasil – então achar alguém como Simon foi essencial. Empresários de outros países sul-americanos dizem que vender para o Brasil como um estranho é mais difícil do que vender para a China. Isso faz Simon exatamente o Droid que qualquer companhia como a VivaReal está procurando: ele tem experiência administrando seus negócios familiares, trabalhou para uma multinacional mas saiu, ele queria algo vagamente empresarial – embora ele não soubesse exatamente o quê.
Eu, particularmente, nunca tive tendência a portais imobiliários, mas se a VivaReal der certo, será em grande parte graças à Simons, que cruza São Paulo em seu Fiat exaltando as virtudes de anúncios online sob a égide de uma cultura e língua em comum.
O problema é o fascínio de contracheques multinacionais e prestigio é forte no Brasil. A experiência de gestão pode estar lá em maior número, mas convencendo alguém a ter uma aposta inicializações não comprovadas para estoque é tão difícil como é em qualquer país emergente.

Por Sarah Lacy do TechCrunch
Adaptação: Indústria Brasileira

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fev 22

A União da Indústria da Cana-de-açúcar do Brasil (Unica) comemorou o reconhecimento dado pelo Governo dos Estados Unidos ao etanol produzido no país, qualificado como um “biocombustível avançado” na redução de emissões de gases,informou o grêmio produtor.

Em comunicado, a Unica assinalou que a regulamentação dos biocombustíveis aprovada pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês) considerou que o etanol de cana brasileiro reduz em 61% as emissões de gases.

“Talvez este reconhecimento influencie aqueles que querem levantar as barreiras comerciais contra a energia limpa nos Estados Unidos e no mundo. O etanol de cana é um biocombustível de primeira geração, com um desempenho de terceira geração”, destacou Joel Velasco, representante da Unica em Washington.

Para o organismo americano, o etanol de cana-de-açúcar é um biocombustível renovável “que pode contribuir de forma significativa para a redução das emissões de gases que causam o efeito estufa e diversificar a matriz energética”.

O respaldo ao etanol por parte dos EUA foi incluído em uma série de normas sobre produção de combustíveis emitidas hoje pela EPA, que indicou que neste ano o etanol e outros combustíveis renováveis deverão representar 8,25% das vendas totais de gasolina e diesel nos EUA.

Essa percentagem procura cumprir um objetivo estabelecido pelo Congresso: o país deve chegar em 2010 a uma produção de 13 bilhões de galões (49,2 bilhões de litros) de combustíveis renováveis.

A notícia alimenta as ambições do Governo brasileiro em aumentar sua presença no mercado americano. Entretanto, o álcool continua em uma crise no mercado interno brasileiro devido à redução da oferta, o que fez subir os preços nos últimos dias.

Desde o último dia 1º de fevereiro o Brasil reduziu de 25% a 20% a porcentagem do etanol misturado obrigatoriamente à gasolina, e alguns setores pressionam para que sejam derrubadas as tarifas aplicadas à eventual importação de etanol de milho produzido nos EUA.

Hoje o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que a redução dos impostos da gasolina contribuirá para evitar que o preço do combustível fóssil aumente com a diminuição da mistura do etanol.

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fev 19

Apesar do parafuso rosqueado datar do século XV, o parafuso não-rosqueado é bem mais antigo. Documentos mostram que parafusos não-rosqueados serviram na época romana como pivôs para portas e como cunha (uma barra com um furo no qual uma cunha era colocada para que o parafuso não fosse movido). Os romanos parecem ter sido também os primeiros a desenvolver o prego para madeira, feitos de bronze e até prata. Sua rosca era afilada a mão ou consistia de um fio enrolado em volta de uma haste e soldado. Aparentemente esta invenção desapareceu com o Império Romano, já que o primeiro documento impresso de parafusos consta num livro do começo do se século XV. Mais tarde, no mesmo século, Johann Gutenberg incluiu parafusos entre os fixadores na sua impressora. A tempo os relojoeiros e as armadeiras também dependiam de parafusos. Os cadernos de Leonardo da Vinci, do século XV e começo do XVI, incluem vários desenhos de máquinas cortadoras de parafusos mas a primeira máquina real para este propósito foi inventada em 1968 por Jacques Besson um matemático francês. Pelos fins do século XVII, parafusos já eram componentes comuns nas armas de fogo. [...]

Clique para ler a história do parafuso completa
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fev 17

A Multilaser acaba de lançar o pendrive mini twist de 4 GB com tecnologia COB – Chip on Board – que permite a criação de dispositivos mais compactos e resistentes, além de maiores velocidades de transferência de dados (até 48 MB/s), de leitura (10MB/s) e gravação (3MB/s).

O equipamento destaca-se ainda por ter um tampa giratória que garante proteção à porta USB e ao mesmo tempo livra o consumidor de perder a tampa do aparelho, fato que ocorre com frequência. “Extremamente compacto e com design moderno e funcional, o Pendrive Mini Twist livra o consumidor da preocupação constante de perder a tampa do aparelho, como acontece facilmente com outros modelos”, afirma Reinaldo Paleari , gerente de Produtos da Multilaser.

O pendrive é compatível com os sistemas operacionais Windows 98, 2000, ME, XP e Vista/ MacOs 9.0 ou superiores/ Linux 2.4 ou superiores e ainda utiliza fonte de energia DC 5V via porta USB 2.0 de alta velocidade. Outro fator a ser destacado é o comprimento de apenas 3 cm, 1,5 cm de largura, 7,0 mm de altura e peso de apenas 34g.

Os consumidores podem adquirir o dispositivo por um preço médio de R$49,00 (até o final de março).

Portal Indústria Brasileira – IB – Foto: Divulgação
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fev 09

Os eventos que ocorreriam dia 8 à 12 de março de 2010, tiveram sua data alterada e em nota no site, a administração do evento explicou os motivos, que seguem abaixo:

Em face da decisão da Prefeitura do Município de São Paulo e da SPTURIS (empresa responsável pelo Turismo da cidade e pela administração do Parque Anhembi) em trazer para a capital a FÓRMULA INDY – circuito misto e realizá-la no Complexo Anhembi, utilizando as marginais, sambódromo, Pavilhão de Exposições, estacionamentos, hotel e demais áreas, a 2ª SEMANA INTERNACIONAL DA EMBALAGEM, IMPRESSÃO E LOGÍSTICA teve de ser transferida para uma nova data. A prova automobilística, que tem o apoio do Governo do Estado de São Paulo e suas secretarias, acontecerá no dia 14 de março, com treinos de classificação no dia 13. Por este motivo, toda a infraestrutura necessária para a realização da prova já está em execução e deverá estar concluída até o dia 12 de Março.
Após uma análise criteriosa de todos os fatores envolvendo as Feiras e a competição, chegou-se à conclusão de que será inviável realizar o evento na data prevista, pois comprometerá sua credibilidade, bem como a organização e de todos os seus apoiadores, podendo correr riscos nos resultados esperados pelos expositores e prejuízo do acesso de visitantes às áreas de preparação da corrida e apoio.

Diante desse fato, coube à promotora do evento, REED EXHIBITIONS ALCANTARA MACHADO, e à Comissão Organizadora da Feira – representada pelas entidades apoiadoras: ABIPLAST, ABIMAQ e ABFLEXO – a decisão de transferir o evento para a semana de 22 a 26 de Março de 2010 mantendo o local e horário de realização.

Novo cronograma do evento:

Período de montagem: das 12h do dia 15/03 às do dia 21/3
Período de realização: 22/3 à 26/3 – das 11h às 20h
Período de desmontagem: das 23h do dia 27/3 às 12h do dia 28/3

Para maiores esclarecimentos, clique aqui para acessar o site do evento.

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