nov 30

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 1,1% em novembro, em relação a outubro, passando de 114 para 112,7 pontos, com ajuste sazonal, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (30).

De acordo com a fundação, o índice de novembro é o menor desde novembro do ano passado (109,6 pontos). “Naquela ocasião, as expectativas em relação aos meses seguintes eram mais favoráveis que agora, e as avaliações sobre o momento presente eram piores”, disse, por meio de nota.

A queda do ICI é atribuída ao recuo do otimismo em relação aos próximos meses. O Índice da Situação Atual (ISA) baixou 0,3%, para 114,7 pontos, enquanto o Índice de Expectativas caiu mais, 1,9%, para 110,7 pontos – o mesmo nível de agosto de 2010.

O item que calcula o grau de satisfação com o ambiente atual dos negócios exerceu a principal contribuição para a redução do ISA, passando de 125,5 para 122,9 pontos, o menor desde janeiro de 2010 (123,5). A quantidade de empresas que consideram a situação dos negócios como boa subiu de 32,7% para 35,9%. Já a proporção das que a consideram fraca aumentou de 7,2% para 13%.

Nos próximos meses

As perspectivas dos empresários industriais estão menos otimistas em novembro. De 1.192 empresas consultadas pelo levantamento da fundação, 51,7% preveem melhora da situação dos negócios no próximo semestre e 3,6%, piora. No mês anterior, os percentuais haviam sido de 59,7% e 4,0%, respectivamente.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria (NUCI) teve redução entre outubro e novembro, de 85,2% para 84,5%, o menor nível desde março de 2010 (84,3%). Com o resultado, a média do trimestre setembro-novembro passou para 84,9%.

Do G1.

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jul 05

Produzido comercialmente há cerca de 150 anos, a indústria do alumínio continua em plena expansão. No total, são 46 países que produziram, em 2006, aproximadamente 34 milhões de toneladas de alumínio primário, conforme dados do World Metal Statistics. A China é o maior produtor mundial de alumínio primário, precedido por Rússia e Canadá, já o Brasil está na sexta colocação.

O cenário nacional ainda mostra números interessantes. Temos a terceira maior jazida de bauxita do planeta, e somos o quarto maior produtor de alumina, ocupando a quinta colocação na exportação de alumínio primário/ligas.
No mercado interno, a maior parte do alumínio e seus produtos é aplicada nos segmentos de embalagens e transportes. Na seqüência, vem os segmentos de eletricidade, construção civil, bens de consumo, máquinas e equipamentos e outros.

Os números de maio mostram que foram produzidas no mês um total de 130,9 mil toneladas de alumínio primário, o que representa um aumento de 1,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado janeiro-maio, o setor produziu 634,6 mil toneladas, volume 1,6% menor que o produzido no mesmo período em 2009.

Produção brasileira de alumínio primário

Unidade 1000tFonte: Produtores Primários – Associação Brasileira de Alumínios – ABAL

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mai 26

Essenza 8_baixaPor Andressa Nascimento

Líder mundial em componentes para esquadrias de alumínio, a Giesse, multinacional italiana, anuncia ao mercado brasileiro a linha Essenza. Os produtos são compostos por painéis de vidro duplo sobrepostos em perfis de alumínio e podem ser usados como porta, janela ou divisória. As projeções da empresa englobam ainda a inauguração de sua fábrica em Mauá este semestre.

Com o uso do vidro, a linha agrega funcionalidade, segurança, leveza e aumento do campo visual externo destacando o conceito full-glass. Por exemplo, uma janela concebida dentro do conceito serve como uma parede de vista externa e as características de isolamento térmico e acústico são ideais para ambientes interiores, funcionando como divisórias de cômodos ou ambientes.

O diretor comercial da Giesse, Luiz Rosas, explica que a empresa pensa em soluções como um todo e tem trabalhado na concepção de sistemas seguros e de alta qualidade até a criação de novos produtos com design e qualidade.

Sempre inovando, a marca conta também com o canal de Câmara Europeia que aumenta a qualidade de vedação dos produtos e eleva o padrão dos acessórios Giesse.

Quanto a comercialização da linha, no Brasil, cada metro quadrado é vendido a R$1.500,00 e o preço final ficará de acordo com a necessidade e o projeto do cliente.

Atualmente, a Giesse está presente com fábricas em três países, que atendem centros de distribuição na Índia, Emirados Árabes (Dubai), Espanha, França, Turquia, Grécia, EUA e Argentina.

Foto: Divulgação

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mai 12

O reajuste nos preços do aço já faz as montadoras optarem pela importação do insumo. A Volkswagen importou aço da China e outros fabricantes estão com a mesma estratégia.

A previsão é que as importações cresçam até o fim do semestre, pois a partir daí são esperados novos reajustes por parte das siderúrgicas.

Em abril, após o repasse dos novos preços do minério de ferro, o aço vendido no mercado interno subiu entre 8% e 12%.

Desde então, segundo um executivo do setor, a negociação de contratos de longo prazo com as siderúrgicas ficou mais difícil, principalmente nos acordos com validade superior a um ano.

A tentativa de amenizar o aumento do custo com matéria prima também é reforçada pela retomada da cobrança do IPI para automóveis e comerciais leves, o que torna o mercado ainda mais competitivo.

Neste cenário, a redução das alíquotas de importação de alguns tipos de aço tem sido apresentada como uma forma aliviar a pressão sobre os custos com matéria prima.

Por: Guilherme Barros

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abr 12

Produtos
Acabamento perfeito, maior segurança e eficiência é o que oferece a nova linha Proplac. Novidades incluem ferramentas de corte, montagem, medição, marcação e nivelação de placas e tratamento de juntas, além de cinto porta-ferramentas

Especialmente desenvolvida para gesseiros, a nova linha de ferramentas Proplac, da Bellota Brasil, é o resultado de pesquisas de mercado junto a profissionais da área, para melhor atender suas necessidades. Com a qualidade e a comodidade de uso que só a Bellota oferece, as ferramentas são muito resistentes à abrasão e à corrosão do gesso, além de ergonômicas, para facilitar o manuseio e evitar o cansaço no trabalho contínuo.

Os lançamentos revelam a preocupação da empresa com os detalhes, tudo para proporcionar maior conforto, segurança e eficiência ao usuário. Assim, a anatomia das peças, os desenhos dos cabos, os materiais que compõem as ferramentas, tudo é pensado para contribuir com um trabalho ágil, seguro e bem feito.

A linha Proplac inclui ferramentas para corte e montagem de placas de gesso, como plaina metálica, estiletes, serrotes, puncionadores de uma e duas mãos e tesouras de corte reto. Há ainda equipamentos para medição, marcação e nivelação- como é o caso do nível torpedo com imã e tira linha e pó traçador -,além de ferramentas para tratamento de juntas,como a desempenadeira de aço inox.

Acabamento perfeito

O perfeito deslizamento da lâmina dos serrotes Proplac permite um corte rápido, limpo e preciso. As plainas, produzidas em aço carbono temperado e revenido, favorecem um acabamento fino, pelo desbaste exato e o ajuste do corte de placas de gesso acartonado. Para o tratamento de juntas, as espátulas de aço inox foram especificamente desenvolvidas para dar acabamento e evitar traços e rachaduras. Flexíveis e com diferentes formatos, os modelos de espátulas de quina e canto são precisas para retoques de ângulos interiores e exteriores.

Preocupada com a segurança do profissional e com a funcionalidade das ferramentas, a Bellota traz novidades como os estiletes com travamento automático, para evitar acidentes. As tesouras de corte reto têm design diferenciado para corte de perfis, chapas galvanizadas, alumínio e de PVC, entre outros materiais.

Completando a linha de lançamentos Proplac, de forma a oferecer maior segurança e racionalidade de tempo, a Bellota também criou o cinto porta-ferramentas, que economiza tempo ao profissional do gesso, por tudo estar ao seu alcance, facilitando o uso do material a ser empregado durante o trabalho.

Bellota

Bellota é uma empresa centenária e referência mundial em ferramentas para construção civil, presentes em mais de 120 países. Há 11 anos no Brasil, sua fábrica está instalada no município de Indaial, Santa Catarina, e ocupa uma área de 100.000 m². O esforço contínuo em desenvolver produtos inovadores de alta tecnologia e qualidade fez da Bellota líder em vários segmentos, como na venda de martelos em todo o mundo. Além disso, está em primeiro lugar em vendas de ferramentas manuais, na Península Ibérica e diversos países latino-americanos, e é líder brasileiro na venda de colheres de pedreiro. Atualmente, a empresa conta com mais de 900 colaboradores na América do Sul, dos quais cerca de 30% estão concentrados no Brasil, onde também produz e comercializa as marcas Duas Caras® e Tupy.

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Colaboração: Atitude Press

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